Sonetos de Mayara
Para uma mulher de sonhos
domingo, 29 de outubro de 2017
terça-feira, 25 de julho de 2017
Num sorriso camuflado
O teu terroir de lábios contidos
Entre os traços das oliveiras,
Sobeja o aroma tenro de tuas primaveras
Tua casca de taninos e madeira
Sequer consegue domar-te em sabor
Bago de uva doce no céu da boca
Canavial d`água ardente
Tua imensidão transborda-se em frutas repartidas
Seiva pujante de mulher
Teu olhar baixinho ao chão de folhas nuas
É o flagra mais delicioso
Do amor com notas de alecrim
Fernando Wolf
sábado, 22 de julho de 2017
Feliz 22
Hoje é um dia especial,
é o aniversário de Mayara
e junto, a inauguração dos seus sonetos
que foram feitos para este dia
com todo meu amor
guardando um pouco de nossas lembranças
e um pouco de nossa poesia.
Este video, foi gravado hoje mesmo
Numa manha de sol e aconchego
Amo Mayara
Amo o seu 22
Feliz aniversário meu amor!
Do seu,
Fernando
sexta-feira, 21 de julho de 2017
Yo vengo a ofrecer mi corazon
Quien dijo que todo esta perdido
Yo vengo a ofrecer mi corazon
Tanta sangre que se llevo el rio
Yo vengo a ofrecer mi corazon.
No sera tan facil, ya se que pasa
No sera tan simple como pensaba
Como abrir el pecho y sacar el alma
Una cuchillada del amor.
Luna de los pobres siempre abierta
Yo vengo a ofrecer mi corazon
Como un documento inalterable
Yo vengo a ofrecer mi corazon
Y unire las puntas de un mismo lazo
Y me ire tranquilo, me ire despacio
Y te dare todo y me daras algo
Algo que me alivie un poco mas.
Cuando no haya nadie cerca o lejos
Yo vengo a ofrecer mi corazon
Cuando los satelites no alcancen
Yo vengo a ofrecer mi corazon.
Y hablo de paises y de esperanza
Hablo por la vida, hablo por la nada
Hablo de cambiar esta, nuestra casa
De cambiarla por cambiarla no mas.
Quien dijo que todo esta perdido
Yo vengo a ofrecer mi corazon
Fito Paez
quinta-feira, 20 de julho de 2017
Não há nada melhor que comer com as tuas mãos
Um croissant de manteiga na padaria
Recheado de qualquer coisa de manhã
E depois escutar o seu prazer limpando os farelos da boca
Por vezes lhe peço carona
Nos dias de chuva, embaixo dos seus cabelos
Em um caminhar dançante
Nos passos que te levam aos meus
Dançamos felizes, mesmos que distantes
Um tango novo, que por estes dias me apareceu
As músicas! Gosto de escutá-las ao pé do teu ouvido
Elas ganham mais sentidos num amor revolvido
Capaz de fazer este coração sentido,
Voltar novamente ao abrigo de quando viajas dentro de mim
Fernando Wolf
quarta-feira, 19 de julho de 2017
terça-feira, 18 de julho de 2017
Quando choras
Os teus olhos tristes por vezes guardam o mais belo de ti
Há um certo encanto nesta mulher que chora... perguntaria:
Haveria sagacidade nestes olhos que a descrevem ?
Mas são tristes teus olhos, na medida certa de tua alma
Não há alguma desventura desmedida de nada que há em ti
Tudo soa verdadeiro, a medida que tomas as tuas lágrimas ao
chão
Teu ímpeto por vezes inflamado, se faz então repleto
Pelas coisas que choras, pelo Não que te tocas
Pela morte de quem desiste,
Pela boca dos que não tem fome e sempre querem mais
Quando choras, o
mundo chora junto a ti
Pois choras o que há de mais verossímil de se viver
Nem uma virgula a mais, nem a menos
És em lágrimas o reflexo justo, deste mundo tão insano
Fernando Wolf
domingo, 16 de julho de 2017
Quando te sinto
Sinto teu feminino
Força ancestral de teus pés nus em terras negras
Polpa doce de uma uva mordida
Águas que escorrem entre danças
De minhas mãos em teus cabelos
Sensuais ondas do teu oceano
Delicada gota da manhã que cai de uma folha de manjericão
Nos campos de teu trigo
Absorve minha solidão
Na imensidão de teu todo feminino
Teus olhos guardam o horizonte
És dona de teus destinos
A ti, mulher, as pétalas
de meu amor
Ao chão dos teus caminhos
Fernando Wolf
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